quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A quem estamos agradando?

“Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo.” (Gl 1.10).




Paulo, somente foi o missionário que foi, porque seu

pensamento era o de sempre agradar a Deus.

Paulo não bajulava os crentes, atrás de favores, não

desejava construir um grande templo, nem comprar os jornais da

época. Nada disso! Ele não tinha ambições financeiras, por isso,

suas mensagens não eram voltadas para o dinheiro, e ninguém

podia cobrar-lhe favores.Paulo sempre se colocou na posição

de servo (grego doulos = escravo), sua vontade era A vontade

de Deus e só isso bastava para ele “logo,já não sou eu quem

vive,mas Cristo vive em mim;e esse viver que, agora, tenho na

carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo

se entregou por mim.”(Gl 2.20)

A luta de Paulo era, para que a igreja tivesse o mesmo

sentimento que ele tinha. “Agora, porém, despojai-vos,

igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade,

maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais

uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com

os seus feitos e vos revestistes do novo homem que se refaz

para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o

criou; no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem

incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo

em todos.(Cl 3.8-11)”.

Talvez, os judaizantes tivessem argumentado com os

gálatas, que os motivos da pregação de Paulo, eram puramente

financeiros, ou que ele buscava engrandecer o seu nome e para

isso passava por cima da autoridade da igreja de Jerusalém que

era a igreja mãe. Paulo porém, enfatiza nesta carta aos gálatas,

seu motivo real de pregar e afirma que se suas pregações

buscassem os favores dos homens, ele então não seria mais

servo de Cristo, e sim um impostor.

Isto serve para todos os ministros do evangelho. A

quem estamos agradando? E de quem buscamos o favor?

Pensemos nisso e que Deus nos conceda a glória de servi-lo

fielmente.



Feliz ano novo!

Pr. Igor de Moura Cogoy.

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