quinta-feira, 10 de abril de 2014

Olá amigos do Blog AI GRAPAHAI, coloco agora a disposição dos irmãos que estão estudando a primeira parte do nosso curso de obreiros, a última palestra do curso, a de número cinco. Desejo a todos um bom estudo.
 Palestra n° 05

Tema: Aprendendo a pregar a mensagem do Evangelho.

Texto bíblico: ”prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda longaminidade e doutrina” (2Tm 4.2).

Introdução
O nosso tema de fechamento, é sobre a pregação da mensagem do evangelho, pois é para isso que existe a igreja, os líderes, e etc. Não há razão de existir qualquer um deles, a não ser para que o Evangelho seja pregado. 
Mas para que o Evangelho seja pregado de maneira eficaz, é preciso ter um pregador, e que a mensagem seja pregada da maneira correta, senão, é como barulho e fumaça, que incomoda e se desfaz rápido.
1) A importância da mensagem.
Não existe nada mais importante para a igreja do Senhor, do que a pregação do Evangelho! Sobretudo, porque ela tem prazo de validade, pois haverá o dia em que nossas vozes serão silenciadas nesta terra. Esse dia, a bíblia chama de arrebatamento (1Ts 4.15-17; 1Co 15.51-55), para entoarem com toda a força louvores ao Senhor “Depois destas coisas, ouvi no céu como que uma grande voz de uma imensa multidão, que dizia: Aleluia! A salvação e a glória e o poder pertencem ao nosso Deus” (Ap 19.1).  
2) O pregador.
Vamos ver agora quem é o pregador e quais os requisitos para que alguém se torne um verdadeiro pregador do Evangelho:
a) O pregador é alguém que tem uma mensagem a entregar. “E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus, o Cristo” (At 5.42).
b) O pregador não é um entregador de recados, nem o púlpito é local de contenda. “Verdade é que alguns pregam a Cristo até por inveja e contenda, mas outros o fazem de boa mente” (Fp 1.15).

3) Requisitos do pregador.
Não é qualquer pessoa que pode pregar o Evangelho, mas pessoas que estão em comunhão com Cristo e com sua igreja. Veremos agora alguns requisitos ao candidato:
a) O pregador tem que ser regenerado, ou seja, ter “nascido de novo”. Pois como irá falar daquilo que não experimentou? As coisas espirituais, só os espirituais podem compreender “Ora o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2.14); “Deixai-os; são guias cegos; ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão no barranco” (Mt 15.14).  
b) O pregador tem que ter a chamada de Deus. “E, havendo grande discussão, levantou-se Pedro e disse-lhes: Irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre vós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho e cressem” (At 15.7).
Existem dois tipos de chamadas ministeriais: a coletiva (At 1.8) e a individual (Cl 4.17).
c) O pregador tem que estar em contato direto com a Bíblia. Pregador que nunca leu a Bíblia de capa a capa, precisa fazê-lo quanto antes! “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus” (2Tm 3.14,15).
d) O pregador tem que ter um altar diante do Senhor. Diz o ditado: “Crente com muita oração, muito poder, crente com pouca oração, pouco poder, crente sem oração, sem poder”.
A bíblia nos mostra claramente que sem consagração ao Senhor, não há como fazermos a obra eficientemente “Mas nós perseveraremos na oração e no ministério da palavra” (At 6.4); “Pedro, pois, estava guardado na prisão; mas a igreja orava com insistência a Deus por ele...E eis que sobreveio um anjo do Senhor, e uma luz resplandeceu na prisão; e ele, tocando no lado de Pedro, o despertou, dizendo: levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias” (At 12.5,7).
Conclusão:
Deus não chama crianças, mas homens e mulheres corajosos. Cônscios do seu valor diante de Deus e do poder da palavra para a transformação de vidas “Porque: todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como pois invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Assim como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam coisas boas! Mas nem todos deram ouvidos ao Evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem deu crédito a nossa mensagem?  Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo” (Rm 10.13-17).
Espero que esta série de estudos que tivemos, tenha lhe ajudado querido (a) irmão (a), pois para mim, foi muito bom prepará-la, aprendi bastante coisas e relembrei muitas outras que já estavam esquecidas em minha memória. Mas graças a Deus, pude completar minha missão e com o término desta última lição ter a felicidade de mais uma vez ser útil na casa do Senhor, Deus seja louvado por isso. Que Deus abençoe a todos nós em nome de Jesus!
Pr. Igor de Moura Cogoy


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Continuando com as postagens do curso de obreiro, posto agora, a palestra de número quatro. Bom estudo!

Palestra n° 04

Tema: Aprendendo o que é culto.

Texto bíblico: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12.1).

Introdução
Culto ou liturgia? O culto é o momento em que o indivíduo ou a igreja se rende ao Senhor em louvor e adoração. A liturgia é a forma como isso acontece, ou seja, é a maneira de se organizar o culto ao Senhor.
1) Definição de culto.
O culto é um serviço prestado a Deus pelo salvo e pela comunidade em todas as atividades vitais e existenciais. Em outras palavras, você presta culto a Deus quando:
·         Ora (pessoal ou intercessão).
·         Lê a Bíblia
·         Quando faz qualquer atividade no templo (limpa, decora, adora, etc.)
·         Aconselha a um irmão (a).
·         Louva
·         Prega
·         Evangeliza
·         Dança
·         Apresentação teatral
2) Adoração no culto.
O culto é para ser dedicado a Deus, só ele é digno de adoração. Mas infelizmente, muitos pensam que o culto é para si e não para Deus! A seguir veremos algumas formas de adorarmos a Deus apresentadas pela Bíblia Sagrada:
·         Com palmas “Batei palmas, todos os povos; celebrai a Deus com vozes de júbilo” (Sl 47.1);
·         Com mãos levantadas “Assim, cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome, levanto as mãos” (Sl 63.4);
·         Com júbilo “...No seu tabernáculo, oferecerei sacrifício de júbilo” (Sl 27.6b);
·         Prostrando-se “Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou” (Sl 95.6);
·         Com danças “Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido de uma estola sacerdotal de linho” (1°Sm 6.14).
·         Com organização Mas faça-se tudo decentemente e com ordem” (1Co 14.40).

3) O que não é culto.
Já vimos que há muitas formas de adorar a Deus e agora, veremos o que não é culto! Pois tem muita gente por ai cometendo todo o tipo de bizarrices, e heresias, achando que esta cultuando a Deus. Vamos ver agora o que não é culto:
a) Culto não é show. Embora exista por ai, muitos cultos “espetaculosos”, O propósito de Deus no culto é a de receber a adoração dos seus filhos, e não a de promover o entretenimento da igreja.
b) Culto não é divã de satanás. Tem muitas igrejas por ai, que em vez de adorar a Jesus, parece um consultório psicológico, onde colocam os endemoniados na frente do altar e começam a entrevistar o espírito maligno! 
c) O culto não é para o diabo. Tem igrejas por ai, que parecem dedicar os seus cultos ao demônio. É batalha espiritual, seção de descarrego, etc.
 d) Culto não é uma reunião de negócios. O culto ao Senhor, é adoração, entrega, louvor, ofertas e dízimos, intercessão, palavra, etc. Mas tem muitas igrejas por ai, transformando seus cultos em leilões, onde as pessoas são incentivadas a barganharem com Deus, como ELE precisasse de dinheiro!
Conclusão:

Agora que já sabemos o que é e o que não é culto, que tal adorarmos a Deus em espírito e em verdade? 
Igor de Moura Cogoy